População brasileira aguarda a manutenção do auxílio emergencial

O Brasil possui, atualmente, mais de 14 milhões de desempregados, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, divulgado no final de 2020.

Esse número, ainda é maior, considerando que não são contabilizadas, nessa conta, as pessoas que pertencem ao grupo da População Economicamente Ativa - PEA e que não estejam procurando emprego - os desalentados.

Além da pandemia, que persiste, com todas as suas consequências econômicas e sociais, não existem iniciativas governamentais fortes, que sejam capazes de induzir o país ao crescimento econômico e à geração de emprego e renda, nesse momento.

Nesse contexto, a expectativa do fim do auxílio emergencial é extremamente prejudicial, para para a população e para o país. Segundo uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas - FGV, caso o auxílio seja interrompido, 17 milhões de brasileiros serão jogadas na miséria, aumentando gravemente o quadro social de pobreza e miséria em nosso país.

Diante disso, é totalmente necessária a continuidade do auxílio emergencial, que tem como objetivo manter, minimamente, o equilíbrio da vida das famílias brasileiras e do Rio Grande do Norte, atingidas com a falta de emprego e renda.

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